sábado, 29 de junho de 2013

IDIOMAS DO NOVO TESTAMENTO - FINAL





DIRETO AO PONTO
IDIOMAS NA BÍBLIA - Novo testamento


complementação do tema


          Afinal, o novo testamento foi ou não escrito em hebraico?
          Se nos prendermos ao texto do novo testamento ficara claro que o mesmo não foi escrito em hebraico.
          Como primeira razão vale a pena lembrar que os textos do novo testamento foram escritos principalmente para não judeus, e o hebraico já era uma língua morta nos tempos de Jesus, e, depois da destruição do estado Judeu esse idioma ficou mais esquecido ainda.
          O evangelho de Marcos teria sido escrito pelo jovem João Marcos, o qual acompanhara o Apostolo Pedro; Marcos era filho de pai grego, uma razão a mais para não conhecer profundamente o hebraico.
          O evangelho de Lucas também é escrito por um não Judeu, e é dedicado a alguém chamado Teófilo, evidentemente grego.
          O evangelho de João preocupa-se  em traduzir para o hebraico varias palavras e nomes por exemplo:-
João 5:2
João 19:13
João 19:17
Apocalipse 9:11
Apocalipse 16:16
          Pergunto:- Porque João se preocuparia em traduzir para o hebraico se ele já estivesse escrevendo em hebraico?
          Um fato que merece nota está em Atos 2:- Lá há uma grande relação de idiomas, e tinha razão para ser assim, as pessoas que visitavam Jerusalém na festa do Pentecostes eram judeus vindos de todos os lugares onde havia Judeus da diáspora, se todos falassem o hebraico, como pretendem alguns, bastaria que se falasse hebraico e todos entenderiam, mas o fato é que o hebraico nem mesmo é citado no referido texto.
          A partir dai todo o livro dos atos dos apóstolos está preocupado em trazer informações que seriam úteis aos gentios, o texto é muito claro em que não é dirigido aos Judeus, mas aos Gentios e particularmente a um grego chamado Teófilo.
          As cartas de São Paulo, com uma única exceção são escritas a Igrejas da "Grécia" (região de influência grega e a cidades gregas).
          Para as cartas de João valem as mesmas observações.
          No caso do apostolo Pedro, é sabido que quem escrevia para ele era João Marcos.
Restam as exceções aos itens acima:-
          A Carta aos Hebreus, cujo autor até hoje não está bem definido e que se fosse escrita ao povo "Hebreu" não seria escrita em hebraico pois essa língua só era conhecida por escribas rabinos e estudiosos; se fosse escrita para o povo seria em aramaico.
          As cartas de Tiago e Judas, cidadãos Judeus, seriam escritas em aramaico ou se fossem universais como pretendem muitos, seria escrita em grego e nunca em hebraico ou mesmo aramaico.
          A carta aos Romanos, pelo próprio nome não seria escrita em hebraico, até porque o preconceito contra os judeus sempre foi muito forte em Roma.
          Bem, ai estão algumas posições retiradas do texto bíblico e dos fatos históricos, evidentemente estou pronto a reformular minhas posições se me demonstrarem que estou errado, e agradeço qualquer colaboração.

IDIOMAS DO NOVO TESTAMENTO


DIRETO AO PONTO

IDIOMAS NA BÍBLIA - Novo testamento

complementação do tema


 
          Quando falamos de idiomas na bíblia - velho testamento chegamos até o período do cativeiro babilônico e demos umas pinceladas no período Persa e Grego (macedônico).
          É interessante notar que já no livro sobre o vidente  Daniel aparecem textos escritos em aramaico.
          O aramaico firma-se fortemente como o idioma falado pelos habitantes das terras entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo, fossem esses habitantes Judeus ou não.
          Quando chegamos a época do Messias Jesus os romanos é que dominavam a região, o povo falava aramaico, a maioria do povo mais culto falava também o grego, convém não esquecer que os gregos dominaram a região por mais de 250 anos.
          Vamos procurar no texto bíblico as referência que consubstanciam essa afirmação:-
Atos 21:27 a 40.
          Nesse texto vemos que Paulo estava junto ao povo conversando, logo ele estava falando em uma língua que o povo entendia; instalada a confusão provocada por alguns adversários Paulo é preso e fala com o militar que o prendeu em GREGO, (note-se que o militar era romano) em seguida Paulo novamente se dirige ao povo, faz um sinal ao povo e obtém  relativo silêncio, e em seguida passa a falar em hebraico (RA), e quando fala em hebraico se fez maior silêncio ainda.
          O que temos então nesse episódio com relação a idiomas:-
1- Paulo falava ao povo num idioma que o povo conhecia, Aramaico.
2- Paulo fala ao militar em GREGO.
3- Paulo volta a falar, agora em forma de discurso ao povo e em hebraico (RA)
4- O militar era Romano, e isso implica que ele conhecia o Latim.
          Quando Paulo usa o hebraico se faz um silêncio reverencial, pois agora ele estava falando a multidão num idioma sagrado para o povo.
          O que se nota nesse episódio com relação a idiomas é que o hebraico era um idioma reverencial.
          Algumas versões bíblicas referem que Paulo estaria discursando em aramaico, o que deixaria o texto inconsistente pois antes disso ele já estivera falando ao povo e o seu falar não causara nenhuma reverência.
          Mais tarde, em razão das sucessivas revoltas Judaicas, os romanos destroem totalmente o templo levam todos os judeus para serem vendidos como escravos e proíbem a entrada de judeus na região; os judeus da diáspora desenvolveram outros idiomas e mantiveram o hebraico como idioma religioso com uso somente para os textos sagrados.
           Exemplificando, os Judeus da Europa central e da Rússia desenvolveram o Idiche muito assemelhado ao alemão e que é falado ainda hoje por muitas comunidades judaicas mesmo em Israel.
          Os judeus da Espanha e quase todos os Sefaradi desenvolveram O Judio Espanhol (Ladino) que como o próprio nome já indica é um idioma com forte influência do espanhol; também há até hoje comunidades que falam esse idioma.
           O hebraico como idioma falado pelo povo desapareceu e só é ressuscitado no final do  século XIX e início do século XX, pelo movimento Sionista, como idioma que facilitaria a criação do Estado de Israel.
           A pergunta que fica com relação ao novo testamento é:- Há como demonstrar que o idioma usado para escrever o  novo testamento não foi o hebraico usando somente a bíblia?
E o que farei no próximo comentário.
 

IDIOMAS DA BÍBLIA


DIRETO AO PONTO

IDIOMAS NA BÍBLIA - Velho Testamento


ELOY ARRAES VARGAS
         Sempre houve, em assuntos religiosos, os malucos de plantão a inventar novidades para iludir os incautos; há também os não tão malucos a inventar doutrinas e rituais para poder dominar os de pouco conhecimento e de mentes preguiçosas.
          Ultimamente virou moda fingir-se de judeu, usando um kipá e até um talit e sair por ai dizendo-se judeu.
         Há até uma seita religiosa que diz que se propõe a converter Judeus ao cristianismo, e que na realidade está a procura de cristãos mais frágeis para compor o seu quadro, e, também brincar de ser judeu.
           Tais grupos tem inventado coisas incríveis, há até os que dizem que o novo testamento foi escrito em hebraico, e para isso já providenciaram até uma versão do N.T. em hebraico, para poder dizer, daqui a alguns anos, que tal versão tem já dois milênios de existência.
        Pobres infelizes, não percebem sequer que entre o hebraico moderno e o antigo há um abismo de diferenças e que qualquer historiador ao ler verá que tal mistificação é coisa do século XXI
         Há até aqueles que afirmam que o Eterno falava com Adão em hebraico, como se o Onipotente tivesse a necessidade de um idioma para se fazer entender as suas criaturas.
           Vamos pesquisar um pouquinho da bíblia para ver se ela nos traz alguma luz a respeito do assunto:-
        É fato inconteste que a história do povo hebreu se inicia com Abraão, mas de onde vinha esse Abraão?
         A bíblia nos esclarece, de forma insofismável, que Abraão era originário da cidade de UR na caldeia; era de uma família abastada e muito religiosa e que conhecia o Único Deus verdadeiro.
          Evidentemente Abraão e sua tribo falavam o idioma caldeu ou uma variante desse idioma.
       Quando Abraão se instala entre o Rio Jordão e o mar Mediterrâneo, ele dá origem a um  pequeno povo que passa a ser conhecido como os Hebreus ou segundo alguns estudiosos os Habirú; se nos lembrarmos que a escrita da época não tinha vogais ficará bem fácil ver que Abraão. hebreus e habiru vem da mesma raiz, qual seja o nome de Abraão.
        Na realidade o que existia era a tribo de Abraão, a qual falava num idioma que passou a ser chamado de hebreu; antes de Abraão não existia hebreu, nem povo nem idioma.
       Anos mais tarde essa tribo cresce e dá origem a tribo de Jacó, também conhecido como Israel, e o povo passa a ser conhecido também como israelita - povo de Israel - mas o Idioma continua a ser o hebreu. 
             Nessas condições, Israel e sua tribo descem para o Egito e lá tornam-se  escravos; o entendimento mais comum é que entre Abraão e a saída dos israelitas com Moisés há um período de 400 anos.
              A arte da leitura e da escrita sempre foi muito limitada, até o inicio da era cristã poucos eram os que praticavam essa arte, e essas pessoas eram muito bem conceituadas e entre o povo Judeu eram conhecidos como escribas.
         Evidentemente, um idioma  que só era falado, e,  na sua forma escrita não fixava as vogais transformou-se fortemente durante a estadia no Egito.
               O povo israelita sai do Egito e se instala na terra de "Canaan"  vive como tribos e guerreiam entre si mais do que 400 anos até a construção do Templo por Salomão, templo esse que iria dar um sentido maior de coesão ao povo.
            Passados poucos anos o povo israelita se separa e se formam  dois estados, um Israelita e outro Judeu; o povo israelita é dominado e destruído pelos assírios, a tal ponto que toda a população foi removida  e para preencher aquele espaço o rei Senaqueribe, da Assíria, trouxe povos de outras regiões.
             Anos depois o povo Judeu também é levado cativo, por Nabucodonozor, rei da Babilônia, o templo é destruído e o povo perde sua identidade.
            Da leitura bíblica fica claro que uma pequena parte do povo de Israel e principalmente Judeu continuou a respeitar a sua religião, e isso foi o elo que os uniu durante o tempo de cativeiro e da diáspora.
o idioma hebreu deixou de ser usado e tornou-se uma língua morta a qual só era eventualmente usada durante o serviço religioso das sinagogas assim como o latim nos dias de hoje.
              Terminado o cativeiro babilônico, 70 anos, parte dos cativos voltam para suas terras e empenham-se em reconstruir o Templo e reconstruir a cidade de Jerusalém.
           Nesse tempo a região era habitada por uma mistura de povos - os livros de Esdras e Neemias relatam bem esses fatos.
               Muito embora os judeus tivessem alguma autonomia, eles continuaram sob o domínio dos Persas e posteriormente dos Macedônios (também chamados Gregos), essa história do período grego está bem mostrada nos livros dos macabeus.
            Alguns anos depois de domínio da cultura grega chegam os romanos no final do reinado de Augusto Cezar temos o início da era Cristã.
Pensemos um pouco juntos:-
Domínio Babilônico  -597 a -527 = 70 anos.
Domínio Persa          -527 a - 336 aproximadamente 190 anos.
Domínio Grego         - 336 a -64 aproximadamente  272 anos.
mais detalhes em:-
http://br.geocities.com/eharosh/reisdoexilio.htm
           É possível questionar que  em alguns desses períodos houve uma maior autonomia, mas autonomia não é independência.
          Nos 70 anos de domínio babilônico a influência foi tão grande que mudou-se até a contagem do tempo e o mês de Nissan que era o primeiro mês passa a ser o sétimo mês, e note-se que esse é um mês da maior relevância na contagem do ano Judaico.
              Imagine-se agora a influência de 190 anos persas e 270 anos gregos.
           Outro fato relevante é a Septuaginta, que é uma tradução dos livros judaicos do hebraico para o grego, feita no III século antes de Cristo, tal versão se fez necessária pois os Judeus da diáspora não falavam mais o hebraico nem o entendiam e essa tradução para o grego visava atender as necessidades dessas comunidades.
Continua em idiomas no novo testamento.
 
 
 




sábado, 22 de junho de 2013

MEU AMIGO FIEL




10/09/2006
EU TENHO UM GRANDE AMIGO E PROTETOR
ELOY ARRAES VARGAS


Meu grande amigo procura sempre estar ao meu lado.
Ele tem um carinho especial por mim.
Ele me protege daqueles que querem me fazer mal.
Com certeza meu amigo estará comigo até a morte.
Se me afasto dele ele sente muito a minha ausência e quando eu volto ele manifesta grande alegria pelo meu retorno.
Meu amigo não se cansa de esperar quando eu me afasto dele.
Se eu o ignoro ele geme com gemidos inexprimíveis.
Quando eu estou triste e choro ele vem para o meu lado para me consolar pois ele não suporta ver que eu estou triste.
Meu  amigo ensina o amor a paciência  e a benevolência.
Meu amigo se entristece quando eu me afasto dele
Meu amigo está sempre pronto a anunciar a minha chegada se eu me afasto dele.
Meu amigo senta-se ao meu lado por horas quando estou descansando ou meditando.
Quem é meu amigo?
Meu amigo é um "dog street" meio Labrador.
Seu nome é Ágata.
As características que eu passei podem ser humanas e pessoais, mas mesmo tendo todas essas características meu amigo não é uma pessoa, é um adorável cachorro.
A soma de partes nunca produz uma pessoa.


A FERIDA MORTAL AO PAPADO ? SERÁ?


FERIDA MORTAL NO PAPADO?







                               Afinal, o que foi ou será a tal ferida mortal que atingiu ou atingirá uma das cabeças da besta apocalíptica?
                              Alguns comentaristas afirmam que a besta é o papado e que a tal ferida foi a perda do poder temporal, e, a partir dai fazem uma série de especulações as quais são passadas aos seguidores como fato real , histórico e comprovado.
                             Ainda que se aceite a afirmação de que a besta é o papado, ficará muito complicado afirmar que a ferida seja a perda do poder temporal, pois várias vezes na história tivemos papas mortos em guerras e perdendo parte do seu poder temporal.
                            Mesmo a igreja adventista do sétimo dia tem posições dúbias a respeito de tal fato, e a maior dúvida esta no ano que tal fato ocorreu.
                           A IASD coloca esse fato no passado, e passa oralmente aos seus fiéis a informação de que tal fato teria ocorrido em 1798 com a prisão de Pio VI, e,  faz então uma  uma série de afirmações que não se sustentam nos fatos históricos e nem mesmo em sérios documentos dessa Igreja.
                           Tal fato nunca ocorreu, pois embora o papa Pio VI  tenha sido realmente preso em 1798, o papado continuou com os seus poderes temporais por muito tempo depois disso, logo depois dele tomou posse o papa Pio VII que manteve todos os seus poderes e  tinha a proteção de Napoleão Bonaparte.
                            O papado manteve o seu poder secular e seus territórios pontifícios até 1870 quando foi finalmente derrubado nas guerras de unificação da Itália.
                            A própria IASD afirma isso por escrito no livro "Estudos Bíblicos" da Casa Publicadora Brasileira,  no estudo intitulado "Um grande poder perseguidor" 

                           Como o leitor poderá ver, a IASD assume por escrito a data de 1870, a qual corresponde ao fato histórico, qual seja, a perda do poder temporal.
                          Note que são setenta anos de diferença, esse é um tempo muito grande; para se ter idéia, foi o tempo do cativeiro dos Judeus na Babilônia; setenta anos é tempo suficiente para mudar os costumes de um povo.
                          O fato mais interessante é que os pastores e líderes IASD nunca nos apresentam esse fato, mas se a IASD for questionada ira afirmar que nunca fixou a data de 1798 e vai nos mostrar esse livro que claramente diz que foi em 1870..
                        É isso ai o que ocorre, cuide-se antes de fazer uma afirmação dizendo que a IASD afirma categoricamente a data de 1798, pois num momento de aperto qualquer líder poderá dizer que a IASD não afirma isso e mostrará esse livro.
                         Uma coisa é o que se fala, e outra o que se assume por escrito.

QUOCIENTE ELEITORAL





O QUOCIENTE ELEITORAL E

BAGRINHOS E TUBARÕES DA POLÍTICA BRASILEIRA



Prof. Epaphras Medeiros Gonçalves

É um fato notório que a maioria dos eleitores e mesmo muitos dos candidatos nas eleições proporcionais

(vereadores e deputados) não sabem porque muitos partidos apresentam nomes completamente sem expressão e sem nenhuma chance de ganhar as eleições

Na linguagem vulgar dos tubarões da política tais candidatos são os bagrinhos, ou seja candidatos que não terão nenhuma chance, mas na sua ingenuidade ajudarão o partido a compor o QUOCIENTE ELEITORAL e REELEGER os políticos profissionais.

QUOCIENTE ELEITORAL

Meu candidato perdeu as eleições muito embora tivesse mais votos do que os eleitos!

Afinal de contas , perguntarão os leitores menos avisados, o que é essa coisa chamada quociente eleitoral.

QUOCIENTE ELEITORAL, é o grande bicho papão dos grandes tubarões da política, principalmente nas pequenas cidades; vamos esclarecer:

Numa cidade com 75 mil eleitores e com 17 vagas na câmara municipal, cada partido precisara de 4412 votos para eleger um vereador.

Sim, porque quando o eleitor vota em um vereador ou deputado ELE ESTA VOTANDO PRIMEIRAMENTE NO PARTIDO DESSE VEREADOR, pois o numero do candidato é como um numero de telefone, ou seja os dois primeiros números são do partido e os números seguintes são do candidato por exemplo: quem votar no numero 56222 estará votando primariamente no PRONA e secundariamente no candidato 222, do PRONA, da mesma forma quem votar no numero 16222 estará votando primariamente no PSTU e secundariamente no candidato 222 do PSTU

Dessa forma o eleitor pensa que esta votando no JOÃO e acabará elegendo o JOAQUIM.

Como assim?

Simples o partido precisa conseguir os 4412 votos para eleger um vereador e elegerá o candidato mais votado do partido e é ai que entra a malandragem dos tubarões na escolha dos bagrinhos.

A GRANDE MALANDRAGEM

Os políticos profissionais procuram montar um partido - no Brasil existem muitos - e nesse partido colocam a sua candidatura e a de mais 20 bagrinhos, os quais iludidos pela possibilidade de ser candidatos ficam eufóricos e saem pela vizinhança e visitando os parentes a cata de votos.

Se um cidadão, numa cidade como a do exemplo, tiver condições de alcançar 600 votos ele não conseguira legenda para se candidatar, pois pode ameaçar o tubarão do partido, mas qualquer candidato que possa puxar entre 20 a 200 votos é sempre bem recebido; Acompanhem o raciocínio:

O tubarão já tem um retrospecto de 800 votos cativos ou mais, se ele consegue 20 bagrinhos com 200 votos cada, o partido terá o QUOCIENTE ELEITORAL garantido, 4800 votos, mas quem vai ser eleito? Será eleito o tubarão que já tem 800 votos.

É dessa forma que o eleitor vota no João e acaba elegendo o Joaquim.

Por essa razão é muito importante que o eleitor saiba QUEM SÃO OS CANDIDATOS DO PARTIDO, E, QUEM É O TUBARÃO DO PARTIDO no qual ele vai votar, pois o eleitor vai votar no amigo e eleger um possível inimigo.

O TIRO PODE SAIR PELA CULATRA

Por vezes o malandro morre pela própria malandragem.
É quando um TUBARÃO pensa que conseguiu um numero de bagrinhos de boa qualidade, MAS, seus bagrinhos acabam percebendo que estão fazendo papel de tolos, ao descobrir isso os bagrinhos abandonam a campanha ou fazem corpo mole, e em lugar de 200 votos cada um, acabam com uma media muito menor, no retrospecto das eleições é comum ter casos de candidatos com 2 votos 5 votos 10 votos e até nenhum voto, é ai que o tubarão se da mal. Pois o partido não faz o QUOCIENTE ELEITORAL e o tubarão acaba com 1000 votos e não se elege pois o partido não fez os 4112 votos exigidos.

EXEMPLO REAL

Numa cidade da Grande São Paulo, os 14 vereadores que se propuseram a reeleição dividiram-se em 9 partidos ou coligações, enquanto 4 partidos formaram suas chapas com candidatos novos.

A expectativa dos políticos profissionais é que os seus bagrinhos consigam formar o quociente eleitoral e assim reeleger todos os atuais vereadores.

MAS, VOCÊ NÃO QUER DE FORMA NENHUMA QUE O VEREADOR OU DEPUTADO CARLOS SABIDÃO SEJA REELEITO.

Nesse caso você NÃO pode votar em nenhum dos candidato do partido do CARLOS SABIDÃO, pois no final das contas o seu voto será contado para eleger o CARLOS SABIDÃO.

Em regra geral os Partidos que não tem nenhum dos atuais vereadores de uma câmara, são os melhores partidos, é lógico que em tudo existem exceções, e, é muito importante conhecer os outros candidatos para que seu voto possa eleger o seu candidato, ou pelo menos possa ajudar a eleger um candidato sério e que possa representar bem você e sua comunidade.

Por outro lado se você é candidato e descobriu que foi feito de tolo e é meramente um BAGRINHO , ou escadinha de um TUBARÃO POLÍTICO PROFISSIONAL, dê-lhe o troco abandone já a sua campanha e apoie algum candidato sério de algum grupo sério.

Vote bem, melhore seu pais

domingo, 16 de junho de 2013

O JOVEM DANIEL NÃO ERA VEGETARIANO E O VELHO DANIEL TAMBÉM NÃO ERA.





 DANIEL, O VEGETARIANO QUE NÃO ERA

DANIEL 10:3

É muito interessante...

A falta de conhecimento de um fato faz com que se aceitem lendas e fábulas a respeito de determinadas pessoas.

É interessante também o fato de que fanáticos, malandros ou mesmo mal intencionados criam e usam fábulas para com elas manipularem algumas pessoas ou grupos populacionais inteiros.

Um caso muito interessante é o dos vegetarianos fanáticos, os quais chegam a irracionalidade no momento de defender o vegetarianismo.

Não tenho nada contra o vegetarianismo, reconheço suas virtudes e tenho procurado me tornar vegetariano, mas não posso concordar com aqueles que se utilizam da mentira, principalmente quando usam a mentira para justificar algo útil e de valor.

As coisas boas não precisam da mentira para se firmar!
Um desses casos está  em Daniel 10 vs.3

Alguns grupos religiosos usam o livro que conta a história de Daniel, na bíblia, para induzir pessoas ao vegetarianismo, e o fazem fraudulentamente.

Nada há no livro de Daniel que conduza ao vegetarianismo, mas tais indivíduos se fixam  no capítulo 1 do livro de Daniel para afirmar que Daniel e seus companheiros não comiam carne.

Ora o capítulo primeiro do livro de Daniel nos mostra simplesmente que eles se negaram a comer "das iguarias do rei" e optaram por um tipo de alimento vegetariano durante algum tempo.

Setenta anos depois, vemos Daniel já idoso informando que ficou três semanas sem comer carne ou beber vinho, e mostra claramente que isso era excepcional, ou seja normalmente ele comia carne e bebia vinho.

Podemos até especular que em Daniel 1 eles não comeram carne pois os animais não eram abatidos segundo as normas judaicas, e em Daniel 10, tendo sido pessoa de comando no reino de Nabucodonosor por quase 70 anos, Daniel já teria condições de conseguir carne "limpa" para comer, mas isso é pura especulação,.

O fato é que fica claro em Daniel 10:3 que Daniel comia carne e bebia vinho em situações normais e que os vegetarianos fanáticos escondem esse versículo em todos os seus estudos para  fazer adeptos..

Podemos ser vegetarianos sim, eu diria que devemos sê-lo mas para isso devemos nos basear somente na verdade, o vegetarianismo não precisa de mentiras para se firmar.